segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Entrevista como técnica e como processo

Entrevista tendo em conta as considerações acerca duma entrevista como técnica e como processo. Reflita sobre a necessidade ou não da existência dessa dupla estrutura, ou por outra, uma entrevista pode ser concebida como técnica e como processo ao mesmo tempo?

Antes de responder a essa questão, começo por definir os conceitos de técnica e de entrevista.
Técnica é o conjunto de procedimentos que têm como objectivo obter um determinado resultado.

Entrevista é um processo que envolve critérios de conversação entre duas ou mais pessoas aonde perguntas são feitas pelo entrevistador para obter informação do entrevistado.

A entrevista é tida como um processo e como uma técnica ao mesmo tempo, ou também podemos dizer que a entrevista é uma técnica que envolve vários processos. Falar da entrevista é falar de tecnicas e processos que se articulam para alcance de um objecto (recolha de informação). Ela é uma técnica porque usa um conjunto de procedimentos para alcançar um objectivo (obter informação). Do mesmo modo é reconhecida como um processo porque para alcançar os seus objectivos, ela é feita de uma forma sistemática, sequencial e planificada.

Uma entrevista por ser uma técnica ela tem os seus processos. A entrevista sempre é tida como uma técnica de coleta de dados, mas é importante realçar que pelo facto de uma entrevista ser uma técnica não implica que uma técnica é sempre uma entrevista. Existem várias técnicas com objectivos diversos que dentre essas várias, a entrevista é uma delas. Dentro da entrevista podem também se encontrar várias técnicas e os seus processos para recolha de informação.

Portanto, uma entrevista não pode ser concebida como uma técnica ou como um processo a parte, mas sim ela engloba esses dois conceitos na sua íntegra.

domingo, 14 de junho de 2009

Aprendizagem Social

 
No presente trabalho abordarei a teoria da aprendizagem social de Bandura, seus reflexos e impacto para a juventude moçambicana. A teoria cognitivo-social de Bandura tem suas origens na corrente behaviorista e partilham o princípio de que as consequências influenciam a repetição ou extinção do comportamento. E difere do behaviorismo porque valoriza os aspectos cognitivos tais como expectativas, pensamentos e crenças que influenciam o comportamento. Esta teoria é designada de aprendizagem social porque é baseada no que o individuo aprende observando os outros e interagindo com o seu meio.
Neste ensaio, contém subtemas da aprendizagem social tais como: a teoria da aprendizagem, aplicação de reforços, os factores que influenciam a ocorrência da aprendizagem, as diferentes fases em que ocorre a aprendizagem, aplicação da teoria, e os reflexos e impacto no comportamento da juventude moçambicana.
Ao longo do ensaio procuro explicar resumidamente o impacto da teoria e como se reflecte na juventude moçambicana e na sociedade em geral. No fim do trabalho contem a respectiva conclusão do tema abordado.

 

Aprendizagem social é aquela que ocorre por observação, aceitação e imitação de um comportamento julgado modelo.
Segundo Bandura, uma parte daquilo que um individuo aprende ocorre através da imitação ou da modelagem (Sprinthall & Sprithall, 1993). Para Dollard e Miller (1941), a imitação é o resultado de uma aprendizagem que ocorre em função das recompensas que se seguem à repetição das respostas de outras pessoas.
Numa interacção social o indivíduo poderá modificar o seu comportamento em função dos resultados das respostas dos outros membros do grupo.
A teoria da aprendizagem social toma em consideração a influência dos aspectos comportamentais, ambientais e cognitivos na aprendizagem humana, sem esquecer que esta se faz no meio social (Campbell; Hall; & Lindzey, 2000).
De acordo com Bandura citado por Sprinthall e Sprinthall (1993), o comportamento, as estruturas cognitivas internas e o meio interagem para que cada um actue como determinante indissociável da outra. As pessoas são, até certo ponto, produto do seu meio, mas também escolhem e moldam o seu meio. Por outras palavras, a aprendizagem é determinada por factores ambientais (maior ênfase ao meio social) e por factores pessoais ou factores cognitivos tais como: crenças, expectativas, auto percepções e também as variáveis biológicas (Campbell et al. 2000). A aprendizagem resulta da interacção recíproca entre o sujeito e o meio em que ele se encontra.

Reforço na aprendizagem social
Para Bandura citado por Sprinthall e Sprinthall (1993), nem toda aprendizagem resulta do reforço directo de respostas. As pessoas também aprendem imitando o comportamento dos outros. Este tipo de aprendizagem ocorre mesmo quando as respostas imitativas não são reforçadas.
Bandura explica que reforço vicariante é quando a criança que observa um adulto a ser elogiado por uma determinada acção terá uma maior probabilidade de responder da mesma forma que a criança que vê a acção mas não vê o reforço subsequente (Sprinthall & Sprinthall, 1993).
Bandura afirma que a maioria de reforços são de natureza social, tais como: atenção dos outros, os sorrisos, a aprovação, o interesse, a aceitação, etc. E não reforços ligados as necessidades físicas, excepto no que diz respeito aos primeiros anos de vida (Sprinthall & Sprinthall, 1993).
Nas sociedades em que vivemos muitas vezes os nossos comportamentos são reforçados por elogios que fazem com que repitamos mais vezes esses comportamentos. Não só os elogios influenciam a imitação e repetição dos comportamentos, pois a atenção e aprovação de certos actos pelos outros membros do meio em que nos encontramos encorajam aos indivíduos a imitar o comportamento reforçado socialmente.
Na sociedade as consequências de um determinado comportamento apresentado por um indivíduo dão informação e motivação aos que observam para a execução deste comportamento. A partir dos resultados de um determinado comportamento, os outros extraem informação destes resultados no sentido de conhecer mais o comportamento. As consequências positivas criam forças motivacionais no interior do indivíduo (observador) para a execução ou reprodução do comportamento observado, e estes comportamentos poderão perdurar por muito tempo se forem reforçados frequentemente pela sociedade em que o individuo se encontra. Por exemplo, observa-se que na sociedade moçambicana há maior tendência dos jovens produzirem a musica. Isto ocorre porque a própria sociedade apoia (reforça) frequentemente.

Factores envolvidos na aprendizagem social
Existem vários factores que influenciam a aprendizagem social tais como:
As consequências do comportamento que são consideradas muito positivas. Mesmo comportamentos considerados negativos podem ser imitados se as consequências forem consideradas positivas.

As características do observador
A maioria dos factores que influenciam a avaliação das consequências de uma acção observada dependem do observador: idade, sexo, posição social, valores. Deverá haver uma certa adequação entre quem imita e quem é imitado.

As características do modelo
O prestígio do modelo é crucial. Pode ser por ser competente numa determinada actividade ou por ser uma pessoa significativa para o observador. Muitas vezes, os efeitos do prestígio alargam-se a outras áreas que não aquelas em que este é competente. Nota-se na publicidade em que somos influenciados a adoptar comportamentos de atletas que nada têm a ver com aquilo que admiramos neles. Há posições sociais que encerram prestígio por si só, independentemente das pessoas.
Além destes factores, também são destacados outros factores tais como: a atenção, a memoria, as capacidades motoras, o reforço, a identificação, o estatuto do modelo e a origem do modelo. Assim como há factores envolvidos na ocorrência da aprendizagem social, há também factores que inibem a aprendizagem. Uma aprendizagem social pode não ocorrer se o observador não estiver motivado e também se ele não tiver capacidades físicas e motoras necessárias para desempenhar o comportamento observado (Mwamwenda, 2005).

Fazes da aprendizagem por observação
Campbell et al. (2000), destacam as seguintes fazes na aprendizagem social:
A primeira fase é aquela em que somos confrontados com um exemplo dado por uma pessoa: é o modelo. É importante que o observador preste atenção a este modelo.
A segunda fase é a reprodução simbólica. Nós não adaptamos de maneira passiva o modelo proposto: ele é integrado nos nossos sistemas de representações, ele é comparado com o que já temos em memória a este respeito e criticamo-lo, interpretamo-lo e armazenamo-lo em memória de forma simbólica.
Terceira fase é a reprodução do modelo. A eficácia com que conseguimos reproduzir o que vimos dependerá em primeiro lugar das nossas habilidades pessoais, das nossas competências anteriores num domínio similar e da familiaridade com o problema que se nos apresenta.
A quarta e última fase são as consequências do comportamento. Um comportamento será reproduzido em função das expectativas dos indivíduos e das consequências que este pode fornecer em termos de reforços positivos ou negativos.

Aplicações da aprendizagem por observação
O ensino de novos comportamentos
Quando se quer ensinar novas habilidades ou novas formas de pensar e de sentir, deve-se utilizar as mudanças ocorridas no comportamento, no pensamento ou nas emoções do modelo, de forma
deliberada. Ou seja, mostrar claramente os passos necessários para o modelo atingir o objectivo ou executar a tarefa.

Desenvolvimento das emoções
Através da aprendizagem por observação, as pessoas podem desenvolver reacções emocionais a situações nunca experimentadas.

Facilitar os comportamentos
Pode-se aprender comportamentos que façamos não por estarmos especialmente motivados para isso, mas por serem necessários em determinadas situações sociais, através da observação dos outros. Por exemplo, a roupa adequada para uma determinada situação.


Troca de Inibições
Se os alunos vêm um colega infringir as regras e não lhe acontecer nada, ficam com a ideia de que nem sempre se obtém consequências negativas ao infringir as regras, o que pode desinibir um pouco a turma. A inibição ocorre quando se vê um modelo obter consequências negativas com o seu comportamento, tornando indesejável a sua imitação. Existe o chamado “efeito onda” que consiste no efeito exponenciado da desinibição duma turma pelo facto de ter sido o seu líder a quebrar a regra. No entanto, este efeito também pode beneficiar o professor, pois se o líder for castigado, a turma ficará ainda mais inibida.

Reflexos e impacto da teoria no comportamento da juventude moçambicana
Ao ser exposto às actividades de modelos significativos e ao apreender as consequências que eles obtém para os seus actos, o indivíduo desenvolve representações simbólicas das actividades modeladas que irão guiar o seu comportamento futuro em situações semelhantes ou em contextos cujas regras sejam as mesmas.
A juventude moçambicana por vezes age como trituradoras sem filtro, pois mastigam toda a informação no meio social que chega até eles sem escolher ou recusar. Por meio da observação de certos modelos comportamentais locais ou de comportamentos estrangeiros através da televisão, retém informação (as vezes menos própria), que vai interferir com o seu comportamento social e psicológico. Esta informação quando implementada na prática for reforçada socialmente (através da atenção das outras pessoas, aprovação dos outros jovens ou adultos, aplausos e sorrisos, etc.) será repetida mais vezes. Nota-se que os comportamentos negativos são os que mais são imitados pela maioria dos jovens moçambicanos e muitos destes comportamentos são obtidos através da televisão. A aprendizagem social em Moçambique reflecte-se no uso de drogas, vestes indecentes como saias curtas, comportamentos agressivos, abortos, elevado número de jovens músicos, violência doméstica como fruto da aprendizagem no meio familiar, etc. Estes comportamentos revelam os frutos da aprendizagem social.
Os programas de televisão que apresentam violência aumentam os níveis de agressividade na população e principalmente nos jovens.
Os jovens aprendem a ser agressivos a partir de observação de modelos no meio em que eles se encontram. O meio exerce grande influência no comportamento dos indivíduos em geral. A maioria dos comportamentos agressivos em Moçambique resultam do modo como a sociedade reforça e pune as atitudes e comportamentos dos seus membros. A maneira como nos comportamos tem sido em função da imitação de certos modelos comportamentais e das consequências destes comportamentos que podem ser punidos ou reforçados pela sociedade em que nos encontramos.
Estas aprendizagens comportamentais fazem-se por influência dos modelos tradicionais (pais, irmãos, colegas, professores) e de modelos simbólicos (através da Tv., do cinema, dos jornais). Como frutos da aprendizagem por observação, certas crianças imitam comportamentos de seus actores favoritos (tais como “Batman”, “Superman”, “Spiderman”, etc.) ate chegando ao ponto de serem chamados pelos nomes desses actores. Esses comportamentos não só se notam nas crianças, mas também nos jovens e adultos. Ex: há jovens que gostam de serem chamados pelos nomes dos seus jogadores favoritos.
As nossas vestes, as nossas formas de se expressar, algumas das músicas que escutamos, os nossos comportamentos actuais na sua maioria não revelam as verdadeiras origens da nossa cultura. Isto mostra que a imitação de modelos estrangeiros tem um grande impacto na mudança da nossa sociedade.
Concordo com a teoria da aprendizagem social de Bandura porque de facto, a maioria dos nossos comportamentos são aprendidos através da imitação dos modelos observados na sociedade.
De acordo com a teoria da aprendizagem social de Bandura, os comportamentos são determinados pelos factores sociais e cognitivos. A aprendizagem humana vai além da associação estimulo-resposta. Nota-se que em Moçambique os jovens imitam certos comportamentos mas, antes da imitação analisam-os através da reflexão e diálogo com outros jovens usando os seus processos cognitivos. A partir da interacção social, os jovens podem aprovar ou reprovar o novo comportamento, e estes comportamentos aprovados são na sua maioria reproduzidos. Ex: a produção da música ė o comportamento que mais reflecte a imitação social em moçambique.
Na sociedade moçambicana, muitos comportamentos apresentados pela juventude são resultado da imitação a partir da observação de certos modelos obtidos na televisão mesmo não fazendo parte da nossa cultura e até mesmo não sendo aprovado pelos pais. A juventude moçambicana tem sido produto da modelação de comportamentos observados na sociedade e na televisão. Através dos sistemas de comunicação (rádios, televisão, jornais, etc.) rapidamente a sociedade moçambicana tem estado a apresentar diferentes e variados modelos comportamentais. Como fruto da imitação de modelos estrangeiros a juventude moçambicana está perdendo cada vez mais a sua cultura.
Infelizmente devido a aprendizagem social, o nosso país é vítima de comportamentos indesejados (modelos comportamentais fora dos padrões da nossa cultura). A aprendizagem social não só apresenta resultados negativos, mas também apresenta resultados positivos. Como fruto da aquisição de modelos estrangeiros, a maioria da juventude moçambicana está apostando nos estudos, e através dos sucessos (bom emprego, melhoria das condições de vida, etc.) revelados pelos que estudaram, os outros jovens por meio destes sucessos (reforço) também procuram reproduzir estes comportamentos (estudar) com muita motivação.
Para Campbell et al. (2000), a maioria dos reforços são de natureza social. Estes reforços são concedidos pelos membros da sociedade em que fazemos parte, e se não formos reforçados nos nossos comportamentos ou formos punidos, a tendência será de abandonar os comportamentos não reforçados. Na aprendizagem social a maioria dos reforços comportamentais iniciam em pequenos grupos tais como família ou amigos e a partir destes reforços o individuo ganhará motivação em apresentar esses novos comportamentos em grupos mais alargados e assim podendo ser imitado por outros membros da mesma sociedade.
Nota-se que muitos jovens moçambicanos músicos preferem produzir os estilos de música estrangeira (Rap) em relação aos estilos musicais moçambicanos. Esta maior aderência deve-se a reforços dados pela sociedade e principalmente por outros jovens. A juventude não só imita as músicas estrangeiras, mas também as formas de vestir, formas de falar, etc.
A vida na sociedade tem sido com base na imitação comportamental, e esta imitação é muito importante porque garante a sobrevivência e o desenvolvimento dos indivíduos e da própria sociedade.

 

Com base na informação abordada neste trabalho fazendo o uso da bibliografia recomendada, investigações na internet e de mais obras que fazem referencia ao assunto, chego a conclusão de que os jovens moçambicanos e a sociedade em geral tem vivido na base de um processo complexo de imitação de comportamentos observados no meio social. No entanto, a aprendizagem comportamental resulta de um processo complexo de modelação que surge da interacção do indivíduo com o seu meio social usando os processos cognitivos e as variantes biológicas de que se dispõem o organismo. A partir desta interacção, uso dos processos cognitivos e as consequências do comportamento, o indivíduo poderá imitar ou inibir o modelo comportamental observado.
Porém, se um jovem por apresentar um determinado comportamento tiver consequências positivas ou for reforçado pela sociedade, poderá influenciar os outros a imitação do seu modelo e a repetição deste comportamento. E se tiver consequências negativas, tenderá a abandonar este comportamento e podendo ser evitado por outros membros da sociedade.
Em Moçambique a variedade dos modelos que os jovens tem estado a apresentar demostram os reflexos desta teoria.


Bibliografia
Aguilar, L. Aprendizagem social. Acessado no dia 12 de Maio de 2009, http://alunos.di.ubi.pt/~a14676/psicologia/aprendizagem_social.pdf.
Catania, A.C. (1999). Aprendizagem: comportamento, linguagem e cognição. Porto alegre: Artmed.
Campbell, J.B. Hall, C.S. & Lindzey, G. (2000). Teorias da personalidade. Porto alegre: Artmed.
Mwamwenda, T.S (2005). Psicologia Educacional – Uma perspectiva africana. Maputo: texto Editores.
Sprinthall, A.N. & Sprinthall, C.R (1993). Psicologia Educacional. Lisboa: McGraw-Hill.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008


SOU ÚNICO

Nasci sem gémeo. Do que falo é o que sinto e vejo. Ninguém pode dizer ou falsificar os meus sentimentos, porque cada pessoa é uma só. Os meus conhecimentos podem não ser úteis para ti, mas será para alguns e é para esses que me dirijo.
Compartilha os teus sentimentos e conhecimentos com os outros e assim todos serão sábios.



PENSANDO E ESCREVENDO

Para escrever precisa pensar, para comer precisa pensar, para dormir também precisa pensar e até mesmo para pensar precisa pensar. É através do pensamento que somos diferentes dos outros seres. Temos que dar valor a ideia, a obra, tudo o que é do outro porque ele pensou para fazer!
Se não achaste bom ou se não achaste algo maravilhoso então instrui o que faltou para aquele acto não estar bom, pois assim se constroem as grandes obras. Ninguém faz algo perfeito sozinho, NINGUEM! Sempre tem segunda pessoa ou mais. Se fizeste algo sem ajuda de ninguém e achas que fizeste só, estas muito errado e se disseres isto a alguém tu és um grande mentiroso! EM TODAS AS OBRAS DEUS ESTA PRESENTE! AS VEZES SATANAS! Nem todos podem sentir a presença de Deus. NEM TODOS!
Quando agimos sem pensar deixamos de ser homens naquele momento, e se depois analisarmos o acto poderá ser bom ou mau, porque há sempre segunda ou mais pessoas (ex: numa grande aflição podemos nos safar de algo sem pensar).
Dizer “agi sem pensar” não é certo, porque em todos os nossos actos estão incluso o pensamento. É certo dizer: NÃO PENSEI BEM! PENSEI RAPIDO SEM REFLECTIR! SE EM ALGUM MOMENTO DISSERES NÃO PENSEI ESTAS A DIZER QUE NÃO ÉS SER HUMANO!
O HOMEM É UM PENSADOR!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Pensando....


VIDA

A vida é tudo...
É um sofrimento,
É a existência.
A vida és tu,
É o ar que respiras.
A vida parece agradável para alguns
E desagradável para outros.
A vida é vida!
A vida é existência.




EXISTENCIA DIVINA

Deus-Existência-Vida

MUITOS NÃO ACREDITAM QUE DEUS EXISTE!!!!!!!!
A MAIORIA, PARA NÃO DIZER TODOS, ACREDITA QUE ALMA EXISTE!!!!!!!
NINGUÉM PODE VER O VENTO, MAS ACREDITAMOS QUE ELE EXISTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Muitos não acreditam em Deus porque não o podem ver, mas eu me pergunto e também te pergunto:
- porque acreditas que a alma existe enquanto não podes ver?
- como achas que surgiu esta alma que te dá vida?
O facto de concordares que a alma existe, estas a concordar que Deus existe...
Se em algum momento dizeres que Deus não existe, estas a dizer que tu não existes e passas a ser um grande mentiroso porque é mentira dizer que Deus não existe.
Mentiroso-mentira-falsidade.
Se tu dizes que não existes, porque estas neste momento a ler?
ISTO JUSTIFICA A TUA EXISTENCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para dizer que algo existe não precisa ver. Ouvindo, também prova-se a existência das coisa. Tu ouves a música e acreditas que ela existe, mas não podes ver. Tu ouves as palavras, mas acreditas que elas existem, mas não podes ver!
Muitas vezes acreditamos o que sentimos,
o que os nossos orgão de sentido percebem.
O facto de ouvires o nome de Deus já é grande prova da sua existência.
Para sentires a manifestação de Deus em ti tens que iniciar por crer N´ele sem Lhe veres e depois tem outros passos como falar com Ele(orar) ler a Sua palavra, etc. Provas da existência de Deus é o que há demais, mas muitos menospresam e permanecem na sua ignorância.
Eu posso acreditar que não crés no poder de Deus, mas duvidar da sua existência é impossível.
Crendo na sua existência tambem estarás a crer no seu infinito, maravilhoso e tremendo poder.
O facto de pensares também é uma grande prova da existência de Deus.
POR ACASO TU ACHAS QUE ALÉM DE DEUS ALGUÉM MAIS PODE FAZER O HOMEM? TU PENSAS QUE PARA ALÉM DE DEUS ALGUÉM PODE FAZER UM BONECO DE BARRO E DAR A ALMA NESTE BONECO POR APENAS UM SOPRO? Pensas que a vida pode existir do nada? Achas mesmo que vieste do macaco?
A existência de qualquer coisa neste mundo pressupõem a existência de outra. Está é uma das provas! A EXISTENCIA DO HOMEM PRESSUPOEM A EXISTENCIA DE DEUS E O SEU GRANDE PODER.
ACHAS QUE TEM LÓGICA DIZER QUE O HOMEM VEIO DO MACACO?!!!
NINGUEM PODE TE OBRIGAR A NADA! PORQUE TU ES LIVRE POR NATUREZA!
AS PESSOAS QUE DISSERAM ISTO NÃO TE PODEM OBRIGAR A ACREDITAR NO QUE ELES DISSERAM!
ELES ESTÃO MORTOS COM OS SEUS ERROS! Mas a grande pena é que este erro ainda prevalece entre os homens.

sábado, 12 de julho de 2008

o que somos

As pessoas não são nobres desde o nascimento, mas se enobrecem através de suas acções. As pessoas não são medíocres desde o seu nascimento, mas tornam-se assim através de suas ações. Se existe alguma diferença entre as pessoas, então essa diferença está somente nas suas realizações.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Viver, existir e sofrer.


viver 'e sofrer


não acreditas que Deus existe, mas ... eu acredito.


... não foi da minha vontade entrar ou nascer neste mundo e não é da minha vontade viver neste mundo e não sei se será da minha vontade sair deste mundo quando chegar a hora.


Se eu existo é o querer de Deus


afinal de contas o que eu faço neste mundo? o que você faz neste mundo?

achamos ou muitos acham que cá estamos p'ra viver a nossa vida. Tú foste dado esta vida de presente, não p'ra fazer dela o que bem entenderes, mas p'ra glória do Santo Deus.

Eu ja vive, ja procurei me satisfazer o bastante p'ra ser feliz, mas nada do que eu faço é permanente. De principio é bom, mas depois passo a não gostar. Porque?

a resposta é simples. Aquele que me deu está vida, não foi para minhas vontades, mas sim pra fazer a vontade Dele. A minha e tua vida é p'ra adorar e glorificar a Deus.

como o gloificar? há diferentes formas. Muitos cantam, muitos pregam, muitos ensinam, muitos escrevem, muitos somente ouvem e batalham pra cumprir o que a Bíblia diz. O teu viver ja é pra glória de Deus. Se não sabes como o glorificar, apenas viva e obedeça a palavra pois, isto também é glorificar a Deus. Agradeça a Deus por tudo que faz por ti, isso é glorificar,
ame ao teu proximo,
ame a Deus,
ensina o que aprendes a quem puderes. O que não podes fazer é odeiar o presente de Deus que é a tua vida. Deus amou o mundo, quem es tu pra odear?

Nós somos como uma árvore, enquanto estivermos a viver sofremos grandes ventos e tempestades. Estes ventos e tempestades são p´ra nos fortificar, são pra prender as nossas raizes firmimente na terra e estarmos fortificados. Podes te zangar pelo sofrimento mas é importante que isto aconteca porque tudo tem o seu contrario, isto é, sofres pra ser feliz. poderas perguntar como? a resposta é espera e verás, somente tenha paciência. De tudo que passares deia graças a Deus, porque Ele se o fez sabe porque.
Não é emvão que as coisas acontecem pois tudo tem o seu proposito. Somente agradeça a Deus e peça Ele que te guie e que te dirija, verás o quanto é bom sofrer e viver. Filho de Deus sofreu!

Deus é a nossa existência.


Hipolito Sambo(20/06/2008)